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Posts com Tag ‘irmãos’

Dupla delicadeza

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A poética das coisas simples, corriqueiras e intrinsecamente felizes
reina entre sopinhas de sementes e música de bate lata,
pequenos regadores repletos de água e areia e a tentativa charmosa das primeiras palavras.
A primeira infância baila em casa
ao ritmo do filho caçula,
acompanhada pela percussão perspicaz do filho mais velho.
Dois irmãos,  novas sinfonias…
Amo vocês

abraço com cheiro de neném – amor a todos os irmãos do mundo

E em um determinado dia, de repente eu tinha um irmão. Não um hipotético e simpático bebê dentro da barriga da minha mãe. Um simpático e nada hipotético bebê, fora da barriga e sobre o colo daquela que se transformou da noite para o dia em nossa mãe. Nada mais foi igual desde então. Ajustes, experiências, questionamentos. Sorrisos, bochechas, risadas largas ao vento. Sem roteiro previsível, duplo ensinamento em nosso convívio. Eu e ele, ele e eu. Nós e o mundo. Alegria de poder compartilhar essa existência.

E em um determinado dia, de repente meu filho tinha um irmão. Não um hipotético e simpático bebê dentro da barriga da sua mamãe. Um simpático e nada hipotético bebê, fora da barriga e sobre o colo daquela que se transformou da noite para o dia na mamãe de dois meninos. Nada mais foi igual desde então. Ajustes, experiências, questionamentos. Sorrisos, bochechas, risadas largas ao vento. Sem roteiro previsível, duplo ensinamento em seu convício. Um e outro. Outro e um. Os dois e o mundo. Alegria de poder compartilhar essa existência.

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diáologo de pés descalços

pés

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Aonde mora a canção da alma?

Em que chão batiza suas danças?

Qual a roda de ciranda que na menina balança as tranças?

Qual a cor do sorriso do menino que se descobre em um novo giro?

Como se equilibra o primeiro passo descalço no encalço do novo caminho?

A quem honramos o caminhar de um novo menino?

Qual o tamanho do abraço apertado que descobre surpreso a vastidão do amor?

 

a expandir…

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Há pouco mais de três meses

preencheu-se a casa de alegria renovada,

sorriso gostoso,

cheirinho de neném.

No raiar da aurora

surgiu de mansinho

o carinho de colo

e o afago de querer bem.

Ao mundo veio

o filho caçula,

embrulhado na doçura

que todo bebê tem.

O filho mais velho,

seis anos completos,

traduz de todos nós o brilho nos olhos:

amor.