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Posts com Tag ‘idéias divertidas’

dedoche de coelhinho – passo a passo

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Para um divertido dedoche que ganha perninhas de dedos

uma inspiração de páscoa inventa o pequeno coelhinho.

O feltro é cortado e costurado com carinho,

os olhos são bordados e depois o narizinho.

Em seguida os buracos com a linha são unidos

e o plumante o recheia deixando o coelho fofinho.

As orelhas não esqueço

e também um bom detalhe,

com pastel cor de rosinha

ganha cor e um mais um charme.

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E como diria meu amado filhote… BOA MÁSCOA pra todo mundo!

tambor de balão

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Aniversário infantil e balões são uma combinação bastante usual.

Por vezes, balões estourados e choro, também. Mas e se como mágica

o que antes era o resquício de um grande e resistente balão

se transformar rapidamente em um simpático tamborzinho?

Hummm… a história fica diferente, com certeza.

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Para essa tarefa, além do balão estourado (no caso usei um balão daqueles maiores, que costumam vir com surpresinhas e doces dentro – para serem realmente estourados ao final da festa) é necessário uma lata ou copo de plástico.

Usei um grande copo de plástico flexível (de 750ml)

que estava “dando sopa” na cozinha.

Com um elástico o balão foi preso na boca do copo, procurando esticar bem. Poderia ser apenas uma camada de balão, mas no caso de crianças menores a camada dupla torna o tambor mais resistente.

Como arremate, sobre o elástico foram passadas algumas voltas de fita adesiva colorida.

O mesmo recurso foi utilizado para decorar o copo. As opções de decoração do tambor são inúmeras, mas se o objetivo inicial for sossegar o chororô do estouro do balão, uma alternativa rápida e prática será bem vinda…

O som ficou interessante, e já rendeu várias experiências musicais bem divertidas.

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Mãos à musica!



arranjo de flores – colorindo com anilina

 

Curiosas mãozinhas

percorrem a mesa

como se a busca tátil das cores

revelasse a brincadeira

de vestir e revestir o arranjo

com água e anilina colorida

 

 

Como se vestem as flores?

De verde folha,

laranja pôr-do-sol

ou vermelho topete de pica-pau?

 

 

Com qual estado de ânimo se encontram

para enfeitar nosso cotidiano?

 

 

 

* Um toque de cor na água acrescenta um detalhe diferente ao arranjo.

Basta misturar um pouco de anilina alimentícia até obter a tonalidade desejada:

eis um feliz arranjo-camaleão.

giz de cera com formatos divertidos

O título deste post também poderia ser “como reciclar restos de giz de cera”,

pois o material utilizado é exatamente aquela “sobra” de giz

que já está pequenininha demais para desenhar,

ou aqueles pedacinhos que se partiram.

A maneira de fazer é simples:

disponha os pedacinhos de giz de cera dentro da forminha

(se precisar corte com a faca para que os pedaços não estejam grandes demais) e

disponha a forminha dentro de uma panela com água, para o banho maria

(fogo baixo, acrescentar mais água se necessário, aqueles cuidados básicos).

O giz vai derreter. Ao ficar líquido, desligue o fogo e espere esfriar para

a cera endurecer e poder desenformar.

 

Eu já havia feito o experimento com alguns tipos de forminha,

e  estas para as crianças brincarem na areia funcionaram bem ao propósito.

São flexíveis o suficiente para desenformar e grossas o bastante para aguentarem o

banho maria sem derreter. Além do que é posssível encontrar alguns

modelos bem simpáticos.

De preferência deve-se optar por uma forminha que não

tenha alguma parte muito fina. Fiz um teste com um formato de peixe

mas ele quebrou no rabinho.

 

 

Cores muito escuras não funcionam tão bem por que acabam misturando com as outras,

que quase desaparecem. Um boa idéia é juntar giz em tons degradê,

como no caso do peixinho.

Depois é só desenhar e desenhar…

peixes-pintassilgos

abóboras-borboletas

e bem a gosto de Dev ji,

sol, muito sol.

 

 

Lagarta de papel e outras guirlandas

 

Uma diversão da minha infância certamente foi fazer essas “molinhas” de papel…

 

 

…para balançar pelo teto como enfeites de festa, fazer lagartas sorridentes ou formar maleáveis perninhas e braços

de bonecos que ganham corpo de recorte de papel.

 

Na decoração elas fazem bonito como uma guirlanda na horizontal, com várias cores,

e  também como vários “raios” pendurados na vertical, um de cada cor, formando um arco-íris.

Ou uma guirlanda azul que pode receber na ponta uma delicada estrelinha  para criar um céu inspirado (imagino que deve ficar bacana usar aqueles perfuradores de papel em formatos de flores, estrelinhas ou bichinhos nas tiras antes delas serem coladas e dobradas)…

 

Com papel laminado de duas cores fica simpático fazer pequenas molinhas para pendurar na árvore de natal.

E variando com feltro ao invés de papel as molinhas criam um efeito menos vincado, que também faz um penduricalho diferente para receber alguma pedraria na ponta.

 

O modo de fazer é simples: duas tiras compridas de papel

que podem ser de uma única cor, uma de cada cor, ou tiras em degradê,

como no caso deste trabalho. O papel não deve ser molinho demais, é preferível optar por uma gramatura mediana. Claro que o resultado varia conforme o comprimento e a largura. Vale brincar para obter resultados diferentes, mas um básico é a gramatura padrão de papel ofício, ou papéis coloridos de gramatura 140. As tiras podem ter o comprimento e a largura que se desejar.

Elas são então coladas na ponta, em um ângulo reto. Depois, é só dobrar um lado pra cá, outro pra lá,

um pra cá, outro pra lá…

Essa guirlanda colorida foi totalmente inspirada no projeto da Kate, do Minieco.

Lá tem um passo-a-passo em inglês, mas com ótimas fotos, que explica bem o procedimento da guirlanda:

http://www.minieco.co.uk/folded-paper-garland/

 

 

 

 

 

 

Aqui em casa essa última versão foi a que fez mais sucesso. Até por ser mais estreita,

então a brincadeira passou a ser apertar a lagartinha e depois soltar para vê-la

saltar longe…

barquinhos de casca de noz

 

talvez eu não tenha encontrado ainda

o universo na casca da noz

 

 

ou a agulha perdida em um palheiro

 

 

é bem possível mesmo

que nunca tenha visto um palheiro na vida

 

 

Talvez a emoção ainda persista

e meus oceanos desemboquem em muitas outras águas

 

 

E as pequenas delícias de simplicidade

me permitam um mergulho

na originalidade

 

 

Assim, rebrincando de inventar,

inventando de rebrincar,

cuidando de cuidado dobrado,

de mãe e filho, adulto-criança em mescla dança,

redescubro como é preciosa a casca de noz,

o pedacinho de feltro,

a agulha retorcida na ponta e colada com cuidado,

a poça formada após a última chuva,

o passeio matinal bem encapotado

a meia molhada no pé de tanto espirrar água pra cima

as risadas,

os momentos,

tudo e nada

Leãozão e leãozinho

Pequetito passeando com o papai na papelaria, levando a tiracolo seus dois bichinhos de pelúcia favoritos: um pseudo esquilo com pinta de cão husky e um tigre.

Alguns “olá”, “que gracinha”, “qual é o seu nome” e “quantos anos você tem” depois, a moça do caixa pergunta, apontando para o esquilo:

– Quem é esse?

– Leãozinho!

– E esse tigre?

– Leãozão!

(…)

Os fantoches de clips já foram uma brincadeira muito apreciada na minha infância e um dia desses revisitei a idéia inspirada no trabalho do blog MadebyJoel: http://madebyjoel.blogspot.com/2010/12/box-dollhouse-for-duck-duck-green.html

Foi aprovada pelo fã de leões a toda prova…

para ouvir o som das águas (como fazer um pau de chuva) – rain stick musical instrument

Uma delícia é ouvir o som de percussão do pau de chuva, esse instrumento que produz um som similar ao de chuva ou de água caindo e que tem suas origens nas culturas indígenas. O pau de chuva serve tanto para criar efeitos sonoros quanto para marcar ritmo, e as crianças se encantam com seu som e sua simplicidade.

Na falta de uma versão “original” do instrumento é possível improvisar e criar um pau de chuva com materiais simples:

tubo de papelão, pregos, fita adesiva, miçangas, grãos de arroz. Se houver um bom assistente a disposição para auxiliar o trabalho, melhor ainda. O meu estava super empolgado para bater os preguinhos com seu martelo de brinquedo…

Fizemos alguns testes e o melhor resultado foi colocar os preguinhos (que não devem ser longos a ponto de perfurarem o outro lado do tubo) de forma aleatória – quanto mais, melhor, pois os grãos de arroz e as miçanguinhas demoram mais tempo para cair.

Em tempo: o martelinho de brinquedo não conseguia fazer o furo no tubo, apenas pressioná-lo para baixo…

Depois dos preguinhos, um círculo de papelão é colado em uma das extremidades. Agora é possível colocar o arroz, as miçangas, o feijão (produz um som mais grave) ou uma mistura deles no tubo. Experimente um pouco o som, adapte a quantidade de grãos – crus – e miçangas. Quando estiver satisfatório, feche o outro lado do tubo.

A seguir passe fita adesiva para vedar as extremidades, e se quiser, passe ao longo de todo o tubo para garantir que os preguinhos não saiam (bastante recomendável no caso de crianças pequenas). A decoração fica por conta da vontade de cada um. Nós utilizamos feltro e E.V.A. imitando cortiça, e colamos com cola quente.

 

Bons sons a todos!

 

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joguinho da memória

O joguinho da memória é um passatempo tradicional da infância. Confeccionar as peças aproveitando caixas de papelão é uma idéia igualmente divertida.

As embalagens de brinquedos costumam ser firmes, boas para esse propósito, além de ser um pretexto para mostrar aos pequenos as primeiras noções de reciclagem e reaproveitamento de materiais.

 

Na falta de um compasso, um copo serve de molde para os círculos, que podem ser duplos, colados ao meio com cola branca para ficarem mais resistentes.

Se a vontade for acrescentar um pouco de charme, um retalho de tecido (de preferência de algodão, chita é uma alternativa alegre e barata) pode ser colado na face que não tem o desenho. Depois que o tecido secar, basta cortar com a tesoura.

Mas a diversão começa mesmo na hora de pintar cada peça… Este joguinho da foto foi pintado com tinta guache (boa opção no caso das crianças ajudarem no processo). Os desenhos foram feitos a mão livre, e alguns são inspirados em um dos livros preferidos do pequetito.

 

Se o pequeno ainda não tiver idade de acompanhar a dinâmica do jogo,

certamente encontrará outra função interessante para estas “rodelinhas coloridas”…

 

Pincéis na mão e boa diversão!

 

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batatinha quando cresce

batatinha quando cresce

usa chapéu de papelão

bochechas de canetinha

pés e mãos de palitinho

e sai para desbravar o mundo

com muitos sonhos guardados na mala

batatinha quando nasce…

 

 

 

batatinha quando nasce

e fica assim, um pouco esquecida

entre uma beterraba esperta

e uma esbelta cenourinha

ganha brotinhos-olhinhos-de-sapo

pés de palito de dente

sorriso de canetinha

e um belo lótus de origami

pra fazer bonito com a sapaiada…

croac!

 

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