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Posts com Tag ‘brincadeiras ao ar livre’

Giz grande para calçada (sidewalk chalk)

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Calçada molhada de chuva, 

ou um enorme papelão,

mão arteira de menino,

muita inspiração,

giz tamanho familia,

que boa combinação.

Com gesso em pó e tinta (colheradas de tempera guache ou anilina) na água misturados, e um molde escolhido – no caso, garrafinhas plásticas, que depois de utilizadas foram para a coleta seletiva – misturando tudo e despejando no recipiente até começar a firmar… Eis o giz grande, colorido, esperando pra brincar. Além das dimensões diferentes, o bacana da história é a possibilidade de novas combinações de cores, e mesmo de um giz de cores mistas.

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Mãos a desenhar!

a piscina das bolhas de sabão

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Bolhas de sabão são uma daquelas coisas simples e mágicas

que nos encantam pelo inefável. Quando acompanhadas pelo morno de um sol de tarde

e a delicadeza de uma criança, sabem fazer cosquinhas na alma…

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Pequeninas, quase diminutas,

amontoadas como um cacho de frutas arco iris

ou maiores, meia lua cheia de reflexos multicor,

lindas bolhas de sabão que se aninham ao alcance da mão que brinca.

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Aliadas à um piscina inflável e canudinhos,

as bolhas se multiplicam com ligeireza,

ganham contornos e pululam como crianças serelepes

divertindo-se em um clube num dia quente de verão…

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pedriscos encantados


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Sobre a cascata de brancos seixos

deságua a cachoeira

de cores e princesas,

castelos, principes,

espadas e dragões.

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Com mão firme

como convém a um real cavaleiro

e tinta dimensional

que compõe o arsenal do artesão,

surge pequeno e ligeiro

sobre a primeira pedra polida o rei,

ainda desprovido de súditos,

mas já iniciando sua nobre função.

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Cetro e coroa

eis o rei posto.

Seu território de tintas

povoa com gosto.

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-” Morar em um palhaço? Isso não faço.”, diz nosso rei, com precaução.

Mas a criança querida

aprende com a vida,

e “palácio” ainda não é

uma palavra conhecida…

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Para vestir realeza

e encantar jardins e fadas

pincel e acrílica tinta

criam novos matizes para o mágico reino.

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Após um pedido bem explicado,

um dragão que agradou

mas que não atendeu, segundo a infantil exigência,

o quesito de “assustador”.

Gentil, o menino também aceita com carinho

o verde dragão fofinho.

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Espada em punho

é chegado o momento

de desbravar gramas e florestas

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E como toda brincadeira

tem lúdicas reviravoltas

a casa de duendes

se desdobra em inusitadas cambalhotas.

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um toque de mágica para brincar com o vento…

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– Querido, vamos fazer uma varinha mágica?

– Vamos.

– Você quer o que na ponta dela? Uma estrela, uma flor…

– Um porco espinho.

– Hummm… Tá bom, um porco espinho…

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E assim, munidos de uma varinha de bambu, feltro, linha e agulha, guizo, fitas de cetim, plumante e pistola de cola quente, fomos dar forma à nossa varinha mágica diferente…