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Dupla delicadeza

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A poética das coisas simples, corriqueiras e intrinsecamente felizes
reina entre sopinhas de sementes e música de bate lata,
pequenos regadores repletos de água e areia e a tentativa charmosa das primeiras palavras.
A primeira infância baila em casa
ao ritmo do filho caçula,
acompanhada pela percussão perspicaz do filho mais velho.
Dois irmãos,  novas sinfonias…
Amo vocês

sacolinha de preciosidades

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Coletadas as folhas, folhas na tinta, tinta no tecido. Lembranças registradas de um agradável passeio.

Do tecido fez-se costurada uma sacolinha, recheada de toquinhos de madeira devidamente lixados e cuidados para abarcarem inúmeras construções imaginadas.

Carinhas de feltro

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Passeando um dia desses pelo Pinterest me deparei com rostinhos de feltro para as crianças montarem as faces e brincarem com simetria,  proporção,  criatividade e resolvi experimentar a brincadeira. O kit ainda está sendo feito, mas já despertou a curiosidade do filhote. Em uma sala de aula deve ficar interessante oferecer elementos que se identifiquem com as crianças.

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É uma idéia similar ao boneco cabeça de batata, que serve para abordar algumas questões de desenho. Parece divertido… Aos recortes!

Galinha da Angola

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O filho mais novo, com menos de um ano e meio, está na deliciosa fase de aprender a falar e se encantar com os bichinhos – especialmente as “cocós”. Surgiu daí a inspiração para criar essa simpática galinha da Angola.

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A opção foi por usar o tecido de algodão preto e pintar os detalhes (pintinhas,  bico, crista) com tinta para tecido,  para dar um visual mais orgânico. 

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Antes mesmo de ficar pronta a cocó da Angola já desfilava pelo jardim,  fazendo o maior sucesso nas brincadeiras.  Precisou de um reforço extra no pescoço (estrutura interna) para resistir ser carregada pra lá e pra cá e topou qualquer parada,  até mesmo brincar na gangorra…

Costurando letrinhas

Sete anos e o menino
Adentra na aventura
De desvendar letras e números,
Palavras e estórias.
Aprofunda-se em novo saber e aprender.

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Brincadeiras de letra passeiam em seu repertório, cada vez mais vasto, amplo.
Perfurando o papel com a agulha apoiada sobre a almofada os desenhos das palavras são marcados para receber a costura. O menino acompanha e aprende rápido. Suas mãos de sete anos já estão treinadas em diversas habilidades.
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* papel cartão perfurado com agulha fazendo a marcação da costura, e do outro lado, feltro colado com cola de silicone. Mostrei e o filhote já seguiu sozinho para perfurar o próprio nome…

Cores de verão

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tinta gelada para colorir o calor dos dias com a intensidade do brincar das crianças. Um papel grande disposto no chão e a festa é certa.

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* guache em forminhas de gelo, com palitinhos para segurar com os dedos

* versão natural e aromática: beterraba, couve, curcuma e urucum, batidos com água

Tempero, tempero meu.

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Cabeça de alho

pega a estrada

e aventura-se entre morros de felpudos tapetes,

bolas, pandeiros,

sofá e travesseiros.

Traz junto seu bom amigo,

Mister Ginger,

aviador experiente,

que escapa de solavancos,

vai de nuvem a chão em poucos segundos,

e nas mãos de um menino, junto com o Alho,

desvenda o mundo.

Ei-los.

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cheirinho junino

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Um pouco de cor e delicadeza

faz a mesa posta mais festeira

com bandeirolas brejeiras

e uma pequena fogueira.

Duas crianças felizes

a brincar de roda junina

cirandando passo e verso

ao som do acordeom.

A celebrar!

abraço com cheiro de neném – amor a todos os irmãos do mundo

E em um determinado dia, de repente eu tinha um irmão. Não um hipotético e simpático bebê dentro da barriga da minha mãe. Um simpático e nada hipotético bebê, fora da barriga e sobre o colo daquela que se transformou da noite para o dia em nossa mãe. Nada mais foi igual desde então. Ajustes, experiências, questionamentos. Sorrisos, bochechas, risadas largas ao vento. Sem roteiro previsível, duplo ensinamento em nosso convívio. Eu e ele, ele e eu. Nós e o mundo. Alegria de poder compartilhar essa existência.

E em um determinado dia, de repente meu filho tinha um irmão. Não um hipotético e simpático bebê dentro da barriga da sua mamãe. Um simpático e nada hipotético bebê, fora da barriga e sobre o colo daquela que se transformou da noite para o dia na mamãe de dois meninos. Nada mais foi igual desde então. Ajustes, experiências, questionamentos. Sorrisos, bochechas, risadas largas ao vento. Sem roteiro previsível, duplo ensinamento em seu convício. Um e outro. Outro e um. Os dois e o mundo. Alegria de poder compartilhar essa existência.

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a poética das perguntas improváveis


Como não poderia deixar de ser, o filhote mais velho, agora com 6 anos e meio, continua surpreendendo com suas perguntas inusitadas e respostas improváveis. Dia desses travamos o seguinte diálogo:

– Mamãe, hospital funciona a noite?

– Sim.

– Funciona o tempo inteiro? Nunca fecha?

– Nunca fecha.

– Então por que é que tem porta?

– …

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Doçuras

pés

Entre sorrisos e brincadeiras, diz o filhote de 6 anos e meio sobre o irmão de 8 meses:

– Mamãe, meu irmão e eu vivemos na mesma casinha no céu…

é muito amor