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para meu jardim

 

No jardim da minha consciência

um punhado de ritual e cuidado

ritmo próprio, pensado.

O acaso tem seu espaço:

aquele que lhe foi designado.

 

Não é qualquer este jardim que me quer,

e eu quero-lhe cor e ternura,

e que em face da noite mais escura

eu nele encontre o brilho dos vagalumes.

 

Meu jardim flui em suas cores,

texturas, percepções e nuances.

Um bocado de agora,

um pouquinho de antes.

 

Antes de plantar,

antes mesmo de semear,

antes ainda de escolher o local,

de afofar a terra,

de fornecer água pura para a rega,

antes disso tudo

opto por escolher as sementes.

 

O que pretendo plantar?

O que desejo ver florescer?

Quais flores-pensamento receberão o beijo do sol matinal,

quais frutos doces falarão aos ouvidos,

que tons de verde campina deixarão o horizonte

vestido de esperança?

 

Meu jardim da consciência,

não o desejo um jardim como outro qualquer.

Quero-o bem nutrido e amado,

florescendo,

expandindo,

sorrindo pra todo lado.

 

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