Perguntas e conquistas
Ah, os 3 anos…
- Olha mamãe! Agora eu já sei falar ce-râ-mi-ca! Antes eu falava “ceranca”. Por que que eu falava “ceranca”, mamãe?
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mai 25
Ah, os 3 anos…
- Olha mamãe! Agora eu já sei falar ce-râ-mi-ca! Antes eu falava “ceranca”. Por que que eu falava “ceranca”, mamãe?
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O menino de 3 anos e o de 4 em suas descobertas e brincadeiras:
- Você conhece a história do “não, nem eu”?, pergunta o garoto mais velho
- “Aãhn”, responde o mais novo, frustrando a brincadeira.
- …
- …
- Oh, você conhece a história do “não, nem eu”? Fala que não.
- Não.
- Nem eu.
- O quê?
- Ai, ai… a história que eu te contei.
- Você conhece?
- Conheço. Você conhece a história do “não, nem eu”? Fala não.
- Não.
-Nem eu.
- Mas você falou que conhecia…
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Dias depois…
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- Você conhece a história do não, nem eu?
- Agora conheço: “Não nem eu!”
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Antes do café da manhã o menino, agora com quase 3 anos e meio, começa a fazer uma oração peculiar:
“Parede sobe no céu,
parece vai pro céu,
parede desce do céu.
Se juntaram a parede,
se abraçaram a parede.
Amém parede.
Com amor parede.”
Que assim seja.
A todas as mães que já suspiraram vendo os filhos brincarem entre bolinhas multicoloridas,
que sentiram o cheirinho de uma fralda caprichada,
a todas aquelas que beijaram joelhos ralados de muita estripulia,
as que limparam com carinho uma bochecha que recém aprendeu a ser lambuzada de papinha,
as mães que algum dia, ou em muitos deles, acordaram no meio das noites frias
para conferir se os pequenos pés descobertos – e a coberta que não para quieta? – estavam precisando se aquecer,
aquelas que telefonam sempre só para conferir se está tudo bem,
as mães de longe e de perto,
de sorriso largo,
de abraço apertado,
de cenho pensativo,
de amor bem cuidado.
A toda e cada mãe que através de seu impulso criativo embalou no ventre a forma de uma alma,
parabéns por todos os dias.
Felizes dias das mães.
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