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Perguntas e conquistas

Ah, os 3 anos…

- Olha mamãe! Agora eu já sei falar ce-râ-mi-ca! Antes eu falava “ceranca”. Por que que eu falava “ceranca”, mamãe?

.

 

- “Mamãe, ainda bem que a lingua não tem dentes, né?”

Conversa 3 x 4

O menino de 3 anos e o de 4 em suas descobertas e brincadeiras:

- Você conhece a história do “não, nem eu”?, pergunta o garoto mais velho

- “Aãhn”, responde o mais novo, frustrando a brincadeira.

- …

- …

- Oh, você conhece a história do “não, nem eu”? Fala que não.

- Não.

- Nem eu.

- O quê?

- Ai, ai… a história que eu te contei.

- Você conhece?

- Conheço. Você conhece a história do “não, nem eu”? Fala não.

- Não.

-Nem eu.

- Mas você falou que conhecia…

.

Dias depois…

.

- Você conhece a história do não, nem eu?

- Agora conheço: “Não nem eu!”

Inspiração

.

Antes do café da manhã o menino, agora com quase 3 anos e meio, começa a fazer uma oração peculiar:

“Parede sobe no céu,

parece vai pro céu,

parede desce do céu.

Se juntaram a parede,

se abraçaram a parede.

Amém parede.

Com amor parede.”

Que assim seja.

Mães

A todas as mães que já suspiraram vendo os filhos brincarem entre bolinhas multicoloridas,

que sentiram o cheirinho de uma fralda caprichada,

a todas aquelas que beijaram joelhos ralados de muita estripulia,

as que limparam com carinho uma bochecha que recém aprendeu a ser lambuzada de papinha,

as mães que algum dia, ou em muitos deles, acordaram no meio das noites frias

para conferir se os pequenos pés descobertos – e a coberta que não para quieta? – estavam precisando se aquecer,

aquelas que telefonam sempre só para conferir se está tudo bem,

as mães de longe e de perto,

de sorriso largo,

de abraço apertado,

de cenho pensativo,

de amor bem cuidado.

A toda e cada mãe que através de seu impulso criativo embalou no ventre a forma de uma alma,

parabéns por todos os dias.

Felizes dias das mães.

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